Eu adoro essas surpresas da vida. Frase magnífica! Decidi ler o livro por não ter nenhum outro para ler, mas descobri e aprendi muitas coisas com ele. Muito legal para quem está iniciando na vida de hipnose. Não pelos casos, mas pela possibilidade de se aprender algumas técnicas em um livro que não tem esse foco.
Mas o ponto desse post não é discutir sobre o livro, mas sobre uma das frases dita durante uma das regressões. Acontece que, ao receber um livro contendo toda a história de sua própria vida, a personagem da narrativa não tem coragem de abri-lo. Aproximá-se, então, um sacerdote e diz: "Por um acaso a rosa tem medo de seus espinhos"?
Meoooo, saindo totalmente do livro, você conseguiu sentir a profundidade dessa frase? Quantas vezes na vida, você se distanciou de algo, ou alguém, por perceber ou imaginar quantos espinhos haveriam? Quanto você deixou de viver por medo de TALVEZ se machucar? Quantos momentos você se sentiu inferior por ter feito algo ou ter algum "defeito"? A rosa se torna menos bela pelo simples fato de ter espinhos? Não!
Nem todo espinho te fere e até com os ferimentos aprendemos. Não tenha medo de assumir quem é, ou o que quer, pelos espinhos que podem aparecer ou te machucar. Rosas são rosas por seu conjunto. Algumas tem mais espinhos que outras. São diferentes cores, diferentes aromas, diferentes tamanhos e, até, formatos. Nenhum jardineiro jamais cortou uma roseira por ter espinhos, mas todo jardineiro já podou suas rosas, deixando assim só o que fere pela certeza que novas belas rosas viriam.
Isso, pois é com o difícil que geralmente aprendemos. Tudo na natureza tem uma função. E tudo em você é parte de seu conjunto. Algumas coisas existem para serem mudadas e trazerem uma lição. Outras, por mais que não sejam consideradas o "correto" pela sociedade, são parte de sua essência. Faz mal para alguém? Te prejudica em algum ponto? Se ambas as respostas forem negativas, aproveite. Mas lembre-se, respeite ao outro, a si e ao seu ambiente.
"Me amo pelo que sou, me amam pelo que sou... se fosse o que os outros quisessem, jamais existiria 'eu', apenas existiria o 'outro'"!
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